Conselhos de Peter Drucker
Conselhos de Peter Drucker Peter Drucker foi – e ainda é – um dos maiores administradores de todos os tempos. O artigo colacionado abaixo traz 8 conselhos na íntegra de Peter Drucker a respeito das organizações. Vale a pena ler atentamente cada um e refletir em como você está administrando o seu negócio. Abaixo de cada item divido com você leitor minha visão sobre o tema.. 1º A teoria do Negócio Não espere uma crise para só então procurar fazer mudanças na sua empresa. Não espere o time começar a jogar insatisfatoriamente para só então verificar onde estão ocorrendo as falhas e então corrigi-las, em time que está ganhando se mexe sim, e de preferência no ataque, na busca de novos mercados, novas maneiras de fazer o que se faz há anos, novas maneiras de gerir, novas maneiras de vender, novas maneiras de treinar e motivar os funcionários. Se acreditar que não precisa mais inovar, criar, ou executar mudanças na sua empresa estará seguindo o caminho do comodismo, da arrogância, da burocracia, que levarão sua empresa para um futuro incerto. Não é procrastinando que se cura uma doença degenerativa. É agindo – e com resolução. Muitas empresas esperam o problema e somente com ele muito grave é que procuram ajuda. A solução depois que o problema é grave e instaurado é sempre mais complexa, cara e difícil. Agir constantemente e com foco no resultado pode mudar esta realidade. 2º Gestão voltada à eficácia A função do gerente deveria ser a de canalizar recursos e iniciativas da empresa para oportunidades que prometam resultados economicamente consideráveis. Porém, o que se vê, é que boa parte do tempo, trabalho, atenção e dinheiro do gerente são para resolver problemas, e não procurar por oportunidades. Ou para dedicar-se a áreas nas quais até um desempenho espetacular terá impacto mínimo sobre os resultados. O que dever ser colocado como mais importante é a eficácia e não a eficiência, ou seja, fazer a coisa certa e não fazer certo as coisas. É importante pensar num jeito de identificar áreas de eficácia (de possíveis resultados relevantes) e de um método para se concentrar nelas. Em uma situação social um pequeno numero de acontecimentos – de 10% a 20% no máximo – responde por 90% de todos os resultados, enquanto a grande maioria responde por 10% ou menos dos resultados. Todo produto, toda operação e toda atividade de uma empresa deveriam ser submetidos a um teste a cada dois ou três anos. Para cada um, é preciso indagar: Se já não estivéssemos nessa área, entraríamos nela agora?. Se a resposta for não, a questão seguinte deve ser: Como sair disso, e com que rapidez?. Entendo que devemos ter os dois focos: Eficiência e eficácia. O gestor deve estar atrás da eficácia, de novos projetos, novos negócios, mas deve ter um braço direito, quiçá o esquerdo que ajude na eficiência. Podemos criar e buscarmos mais qualidade sempre. 3º O que aprender com o terceiro setor Entidades do terceiro setor estruturam suas ações a fim de cumprir sua missão. Isso foca a organização na ação. Define as estratégias exigidas para a consecução de metas cruciais. Deixa a organização disciplinada. É a única coisa capaz de prevenir o mal degenerativo mais comum em organizações, sobretudo as grandes: a pulverização de recursos limitados em coisas que soam interessantes ou parecem rentáveis, em vez de sua concentração em um número reduzido de iniciativas produtivas. Uma missão bem definida é um lembrete constante da necessidade de ir além da organização não só na busca de clientes, mas também de parâmetros de sucesso. Qual a missão da sua empresa em uma linha? Sabe? Não? Então defina e siga isso. Peter Drucker quando escreveu o artigo sobre o terceiro setor deu o seguinte exemplo: uma rede de hospitais católicos americano, apesar de uma queda drástica no repasse de verbas públicas, apresentou uma alta de 15% na receita, promoveu uma grande ampliação dos serviços e melhorou os padrões médicos e de atendimento. Chegou lá porque a freira que a preside entendeu que sua função e da equipe é prestar serviços de saúde (sobretudo ao pobre), e não administrar hospitais. E então qual a função da sua empresa? Foco, foco e foco. Isto define a posição da empresa e o seu resultado. 4º A nova sociedade da organização Sociedade, comunidade e família são instituições conservadoras. Tentam manter a estabilidade e impedir, ou ao menos retardar, a mudança. Mas a organização moderna é desestabilizadora. Deve ser organizada para inovar. Deve ser organizada para a constante mudança. A organização só é eficaz quando se concentra em uma tarefa. A diversificação destrói a capacidade de desempenho de uma organização seja uma empresa, um sindicato, uma escola, um hospital, um serviço comunitário, um templo religioso. Uma organização é um instrumento. E, como tal, quanto mais especializada, maior sua capacidade de realizar a tarefa. Uma vez que a organização moderna é formada de especialistas, sua missão deve ser clara. Para não confundir seus membros, a organização deve ser unidimensional. Sem isso, cara um vai seguir a própria especialização, em vez de aplicá-la à tarefa comum. Cada um vai definir o que constitui resultados à luz da própria especialidade e impor os valores delas à organização. Os valores da organização devem ser claros, objetivos e difundidos, permitindo o crescimento destes valores mesmo com outras ideias agregadas por cada um dos pensantes do negócio. 5º A informação realmente útil para o executivo A corporação que hoje emerge é projetada em torno de um esqueleto: a informação. A informação deve ser uma mensuração sobre a qual basear a ação no futuro, em vez de autópsia e registro daquilo que já ocorreu. Nesse mesmo artigo, Peter Drucker demonstrar como é importante avaliar custos baseando-se em atividades, não no custo de UMA tarefa: O cálculo tradicional de custos mede quanto custa executar uma tarefa – uma rosca de parafuso, digamos. Já o custeio baseado em atividades registra também o custo de não executar a tarefa – custo do maquinário ocioso, custo de aguardar uma peça ou ferramenta imprescindíveis, custo do estoque parado, custo do retrabalho ou do descarte de peças defeituosas. O custo de não executar, que o cálculo tradicional de custos não registra, é muitas vezes igual, e as vezes até superior, ao custo de executar. O custo baseado em atividades dá, portanto, não só um controle muito melhor dos custos, mas, cada vez mais, um controle dos resultados. Com certeza. Quanto custa um diretor fazendo determinada tarefa? Será que não vale a pena contratar outra pessoa e deixar o diretor em atividades mais estratégicas e menos operacionais? O custo de um diretor fazer cópias é infinitamente mais caro que outro profissional faze-lo. 6º Gerenciando a si mesmo Cada um de nós trabalhamos de modo distinto. Mas, isso não é muito considerado nas organizações. Muita gente trabalha de um jeito que não é o seu, fórmula quase certa para o baixo desempenho. Para o trabalhador do conhecimento, saber como é seu desempenho talvez seja mais importante do que saber quais são seus pontos fortes. Você deve saber se você é um ouvinte ou um leitor. O leitor é o cara que compreende o que está escrito e monta uma equipe para assessorá-lo e escrever para ele. Já o ouvinte é aquele que escuta o que outros escreveram, muitas vezes sem entender nada do assunto abordado. Explicando: Nas organizações um assunto muito recorrente são os conflitos de personalidade. A maioria deles surge do fato de que as pessoas não sabem o que as outras estão fazendo e como fazem seu trabalho, ou em qual contribuição as outras estão se concentrando e que resultados esperam. E a razão de não saberem é que não perguntaram – , e, logo, não foram informadas. Hoje, a grande maioria das pessoas trabalha com gente cujas tarefas e responsabilidades são distintas. A diretora de marketing pode ter vindo da área de vendas e saber tudo sobre campo, mas não sabe de nada sobre aquilo que nunca fez – precificação, publicidade, embalagem e afins. Logo, a pessoa que faz essas coisas deve garantir que a diretora de marketing entenda o que ela está tentando fazer, por que está tentando, como vai fazê-lo e que resultados esperar. Imagine se ela não conseguir que a diretora de marketing compreenda tudo isso? Uma organização já não se constrói na base da força, mas da confiança. A existência de confiança entre as pessoas não significa necessariamente que uma goste da outra. Significa apenas que uma entenda a outra. Gerenciar a si mesmo é sempre complexo, primeiro porque normalmente as pessoas não são orientadas para isto, segundo porque as pessoas preferem ver erros nos outros ao invés de em si mesmas e terceiro, mas não último, porque gerenciar a si mesmo pressupõe admitir fraquezas, o que a grande maioria não está preparada. Como você gerencia a si mesmo? Faz algo a respeito? 7º Não são empregados são pessoas Cada vez mais, o sucesso – aliás, a sobrevivência – de uma empresa vai depender do desempenho de seus trabalhadores do conhecimento. A chave da excelência é descobrir qual o potencial de cada indivíduo e se empenhar em seu cultivo. Se a relação com o funcionário estiver sendo terceirizada (muito comum hoje em dia), o executivo precisa trabalhar de perto com a firma responsável para promover o desenvolvimento profissional, a motivação, a satisfação e a produtividade do trabalhador do conhecimento – de cujo desempenho seus próprios resultados dependem. Se trabalharmos com as pessoas e motiva-las em prol dos objetivos do nosso negócio, o sucesso poderá vir. Quem pensa que porque paga deve ter tudo como retorno, prepare-se para perder a guerra. 8º O que torna um executivo eficaz Oito práticas de um executivo eficaz: Pergunta O que precisa ser feito? Pergunta O que é bom para a empresa? Cria planos de ação. Assume a responsabilidade pelas decisões. Assume a responsabilidade pela comunicação. Foca nas oportunidades em vez de problemas. Faz reuniões produtivas. Pensa e diz nós em vez de eu. Quais destas práticas são inerentes a sua conduta hoje? O que falta para chegar no mínimo a estas 8? Depois de toda esta informação resta questionar três pontos: O que você vai fazer a respeito? Sendo a primeira resposta positiva, qual a chance de colocar em prática efetiva estes pensamentos/planejamentos? Sendo a primeira e segunda respostas positivas, você pretende chegar a qual nível de excelência como executivo? Você é que faz a resposta da vida, portanto, comece a pensar, planejar, mudar, quiçá revolucionar a sua vida hoje! 5 Atitudes Guerreiras As cinco atitudes que nos ajudam a fazer a diferença: 1-Reconheça as suas qualidades e seus talentos: Procure fazer o seu melhor em tudo o que puder, no trabalho, na relação com a família, na vida financeira,com os amigos, explore suas aptidões. Quando estamos insatisfeitos, rabugentos e até desmotivados, muitas vezes acontece estas emoções negativas, porque não estamos dando o nosso melhor, fazendo o nosso melhor e quando isto acontece a frequência energética vibra em outra sintonia e acabamos não tendo o retorno que gostaríamos de ter, como reconhecimento e o resultado desejado. 2-Pensamento positivo: Tudo começa no pensamento, que gera sentimento, que gera ação, que gera hábito, que gera padrões de comportamento e assim começamos a trilhar o nosso caminho, ou seja, o nosso destino. Nós temos uma grande responsabilidade em construirmos o nosso destino, o que muitos de nós não sabem é que a forma de pensarmos tem uma grande parcela nesta construção, pensamentos negativos e de fracasso nos impedem de termos uma vida mais feliz e vitoriosa, por isso , cuidado com o que pensa e combata o negativismo, as incertezas , os medos que paralisam e vamos enfrentá-los com pensamentos de vitórias, de possibilidades e positividade. 3-Propósito de vida definido: Procure ter foco, saber o que deseja para a sua vida profissional e pessoal e concentre em seus sonhos de forma que você comece a querer realmente conquista - los. Para isto, terá que agir com muita determinação para alcançá-los, por exemplo, se você tem um sonho de trocar o carro este ano, então trace cinco ações que o ajudarão a realizá-lo. Quando estamos em sintonia com nossos sonhos e procuramos agir em busca da sua realização, o universo conspira a nosso favor, campo energético. 4-Tenha gratidão: Agradeça mais, agradeça por todas as sua conquistas, agradeça por suas vitórias, agradeça pela sua vida, quanto mais agradecemos, o universo entende que precisa continuar nos proporcionando situações em que continuaremos a agradecer, isto realmente é maravilhoso, experimente, procure agradecer de coração. 5-Autoconfiança Acredite , não existe ninguém melhor do que você, porque você é único, não perca tempo em ficar se comparando com ninguém , achar que o outro é melhor, porque conseguiu algo que você tanto queria. Quanto mais reclamarmos e gerarmos emoções negativas , o universo entenderá que precisará continuar proporcionando situações para que continuemos a reclamar, então a escolha é sua, quer receber coisas boas, ou continuar reclamando? Líderes Preguiçosos Liderança é uma questão de inteligência! Inteligência por sua vez é uma questão de fazer boas escolhas de acordo com o tempo que se dispõe. Líderes, diretores, chefes, gestores, supervisores, não importa qual terminologia sua empresa utiliza. O que importa mesmo é saber se os líderes da sua organização fazem o que deve ser feito. Estou cansado de líderes preguiçosos. Sim, escrevo líderes por que hoje em dia por mais que a postura da pessoa seja a de “chefe” ela faz questão de se autodenominar “líder”. Tudo bem! Eu me rendo à terminologia e não discuto como você prefere ser chamado, mas não desisto e chamo a sua atenção para o que chamo de LÍDERES PREGUIÇOSOS. Para ser líder é preciso querer Mas muitos parecem que estão fazendo um grande favor ao assumir tal posição. E por isso continuam fazendo as mesmas coisas que faziam antes. Conheço inúmeros profissionais que carregam no cartão de visitas o nome e logo abaixo o cargo “Diretor ou Gerente Vendas”, mas que na verdade são vendedores de grandes contas. Tentam por que tentam fazer com que os outros vendedores sejam iguais a ele. Nas manias, no jeito, a usar o mesmo vocabulário. E assim preguiçosamente, até trazem resultados para a empresa, atendem bem seus clientes, mas não tem como prioridade treinar e formar novos vendedores. Fazer uso de ferramentas de gestão nem pensar! Seu negócio é fazer caixa! Pegar o touro à unha e resolver o tem de ser resolvido no ato. Longo prazo é algo tão distante e irreal que nem vale à pena pensar. O líder preguiçoso passa o dia apagando incêndios Não reconhece as causas dos problemas e assim vive o dilema constrangedor de perder grande parte do seu tempo resolvendo os efeitos que uma péssima gestão produz. Dá uma preguiça danada conhecer bem os pontos fortes e os a desenvolver de cada membro da equipe. Para que essa história de colocar a “pessoa certa, no lugar certo?”. Para o líder preguiçoso tudo é óbvio! É óbvio que a pessoa deve ser motivada, dinâmica, comunicativa e criativa. Afinal, ele é assim! O líder preguiçoso detesta um método Seu negócio é fazer tudo como sempre foi feito e se algo dá errado ele pode culpar tudo e a todos, menos a si mesmo. O líder preguiçoso em sua concepção nunca falha. Quem falha são os outros. O líder preguiçoso acha bobagem definir metas claras, técnicas de vendas ou integração entre as pessoas da empresa. O cliente só quer preço baixo, entrega rápida e que o deixem em paz. Outros setores caem em desgraça por não enxergar o mundo corporativo como ele entende. Líderes preguiçosos têm o seu próprio conceito sobre ética, gestão ou educação continuada Detesta aprender, adora ensinar. Afinal, não existe nada que ele não saiba ou pelo menos tenha uma mínima noção do que seja. Claro que só fala sobre o que lhe convêm, não gosta de mudanças e ao perceber o surgimento de novos líderes ele dará um jeitinho de lembrar a pessoa quem é que manda ali. O mundo está cheio de líderes preguiçosos que ao invés de se preocupar com o todo, com o bem-estar dos colaboradores e do cliente, passa o seu tempo centralizando funções, reclamando da equipe e falando que quando quer algo bem feito ele mesmo tem de fazer. Esse artigo ta muito deprimente. Tão deprimente quanto os resultados de longo prazo que o dito líder preguiçoso irá trazer para a sua empresa. Caso na sua empresa tenha algum chefe, opa desculpe, líder assim, sinceramente deixe de ser preguiçoso e livre-se dele! As 3 Diferenças entre a Pessoa Produtiva e a Pessoa Ocupada Como apagar incêndios em alto estilo Uma frase extremamente comum no mundo corporativo é “Não tenho tempo para nada!”. Como fã da democracia, eu sou obrigado a discordar! O tempo é um dos poucos recursos que todas as pessoas têm, igualmente. Por outro lado, a forma que você aproveita as suas 24 horas, aí sim são outros 500. Se está entre as pessoas que “não tem tempo pra nada”, confira abaixo algumas diferenças de postura que podem te levar a um dia-a-dia muito mais produtivo. 1. Ocupar o tempo vs. aproveitar o tempo Existe uma coisa chamada Lei de Parkinson, que diz que “O trabalho se expande para preencher o tempo disponível para ser concluído”. Ou seja, se você fala pra uma pessoa ocupada “Você tem até tal hora para entregar algo”, essa pessoa dará um jeito de ocupar essas horas, mesmo que o prazo esteja extremamente folgado. Por outro lado, as pessoas produtivas pensam “Preciso entregar essa tarefa. Vou dar um jeito de aproveitar as horas que tenho e entregar o máximo possível”. Com esses pensamentos diferentes, dificilmente uma pessoa ocupada entregará algo antes do prazo. Em compensação, a pessoa produtiva está sempre pensando em formas de entregar além do esperado. 2. Fazer o que acontece vs. fazer acontecer Uma pessoa “ocupada” se distrai muito fácil. Isso acontece porque sem um objetivo claro, qualquer interrupção parece relevante e o que é importante mas não é urgente fica sempre deixado pra depois. A pessoa produtiva sabe que precisa alcançar um objetivo importante. Tudo que não estiver relacionado com esse objetivo deve ser ignorado até o objetivo seja alcançado. Faz sentido imaginar um piloto de F1 checando o Facebook a cada 5 minutos durante a corrida? Por que faria pra você? 3. Seguir as regras vs. criar as regras Pessoas sem postura produtiva normalmente recebem uma sequência de tarefas e saem executando sem entender muito bem o porquê. Isso tira a motivação e aumenta muito a dificuldade da tarefa. Em compensação, pessoas produtivas fazem questão de entender exatamente onde precisam chegar. A partir disso, elas conseguem criar seus próprios planos e executá-los de maneira eficiente. Conclusão: Produza ou descanse, enrolação é desperdício Que fique bem claro, trabalhar 37 horas por dia dificilmente é a coisa mais produtiva a se fazer. Assim como qualquer máquina, o corpo humano precisa de manutenção e se você não tiver momentos para descansar, uma hora a máquina quebra. Por isso, não tem problema algum checar Facebook, tirar um cochilo ou levantar pra tomar uma água, desde que seja num momento em que você esteja conscientemente descansando. Pensando em ajudar os microempresários a serem mais produtivos, nós lançamos o Empreendekit, uma ferramenta que permite gerenciar seus clientes e finanças de forma rápida e fácil. O principal objetivo é fazer com quem o PME gaste cada vez menos tempo com as tarefas do dia a dia e foque nas tarefas realmente importantes. Gestão do Conhecimento e o Desenvolvimento Empresarial Atualmente, o conhecimento ganhou grande destaque no ambiente organizacional, pois, sem sombra de dúvida, uma das grandes vantagens competitivas é o capital intelectual. A velocidade das mudanças, o avanço tecnológico, concorrência acirrada, clientes cada vez mais exigentes, são realidades que fazem com que as organizações tenham que dar respostas inovadoras para se manterem firmes na “crista da onda”. Diante desse cenário, a gestão do conhecimento (GC) se torna um valioso recurso estratégico para o desenvolvimento das empresas, um fator indispensável para a sustentabilidade das organizações. A gestão do conhecimento é uma prática estruturada que estimula a inovação, com foco na geração de resultados. De acordo com Davenport e Prusak, no livro “Conhecimento Empresarial: Como As Organizações Gerenciam o Seu Capital Intelecutal”, a GC passa por três pilares: criação, disseminação e utilização de conhecimentos. Através da GC, os colaboradores são incentivados a compartilhar aquilo que sabem, mas, também, incentivados a buscarem novos conhecimentos para que toda experiência apreendida possa ser acessada por todos a fim de melhorar a produtividade. A gestão do conhecimento teve sua origem no conceito inglês KM (Knowledge Management), que significa a criação de processos que gerem, armazenem e gerenciem os conhecimentos na organização. Aplicar a gestão do conhecimento na empresa, vai contribuir para superar qualquer ameaça, seja uma crise ou concorrência. Por esse motivo, é comum observar que empresas já estão se preocupando cada vez mais em investir na educação corporativa. VANTAGENS DA GESTÃO DO CONHECIMENTO Estar à frente concorrência; Melhoria na qualidade da prestação de serviços; Diminuição de “re-serviços”, reduzindo custos e desenvolvendo melhores produtos; Otimização dos processos internos, agilidade e fluidez; Antever as mudanças. APLICAÇÃO DA GESTÃO DO CONHECIMENTO Não existe uma abordagem única, ou uma “receita” para aplicação da GC na organização. Vale lembrar que a GC deve contribuir para que a empresa atinja seus objetivos estratégicos, então, pode variar de empresa para empresa. Para evitarmos muitos conceitos, vejamos a seguir alguns exemplos práticos que algumas empresas desenvolvem em seus projetos de GC: Juntar as melhores práticas. Recentemente, fui convidado para proferir uma palestra em um seminário de uma indústria de alimentos. Essa empresa se preocupou em envolver os colaboradores na criação de algumas soluções, com objetivo de melhorar os produtos e reduzir a reclamação de clientes. Fiquei surpreso, pois no seminário vários grupos apresentaram as soluções, as quais foram aplicadas por um período dentro da fábrica. Os grupos mensuraram os resultados, usando indicadores e pesquisas. Com isso, criaram um novo conhecimento, padronizando e melhorando os processos. O resultado foi fantástico, houve redução significativa das reclamações dos clientes e diminuição de despesas na produção. E o mais interessante, as soluções foram criadas a partir da experiência e criatividade dos próprios colaboradores. Variação de atividades ou “job rotation”. Isso significa conduzir o colaborador a adquirir novas experiências, atuando por um período em outros setores ou cargos. Essa prática impede a famosa “zona de conforto” e faz com que o colaborador aprenda coisas novas. Investir em treinamentos continuados que agreguem informações que possam ser transformadas em conhecimentos, mas, a capacitação tem que estar alinhada com os objetivos da empresa. Programa de desenvolvimento gerencial. Algumas empresas não encontram no mercado um gerente que tenha uma formação direcionada para o seu modelo de negócio. Veja o exemplo de um de nossos clientes, uma rede de supermercados, que criou um programa para formar futuros gerentes de lojas, preparando-os para que sejam especialistas conforme os procedimentos de gestão da empresa. Os colaboradores que recebem a formação são selecionados de acordo com alguns critérios, um deles, devem atuar há vários anos na empresa e possuírem experiência dentro do setor supermercadista. A formação é dada por vários colaboradores internos que se tornaram especialistas no que fazem, por exemplo, controle de qualidade e perecíveis, gestão de estoque, comunicação visual e etc. Infelizmente, existem alguns entraves que impedem a aplicação da GC nas empresas. Um deles é àquele gerente ou empresário que ainda pensa assim: “Não vou treinar meu colaborador, depois ele sai da empresa e leva tudo que o aprendeu para a concorrência”. Se você é um gestor e pensa assim, mude já. É melhor correr o risco de treinar os colaboradores, mesmo sabendo que eles podem ir para a concorrência do que nunca treinar e ter funcionários medíocres sempre trabalhando em sua empresa. Para que a GC seja um fator determinante para o crescimento empresarial, o R.H. e a área de T.I. podem atuar como facilitadores nesse processo, contribuindo para que os gestores das diversas áreas e suas equipes disseminem e incorporem o conhecimento. Existem empresas que possuem excelentes gestores de negócios, mas, na maioria das vezes eles não são bons em gestão de pessoas e muito menos na disseminação do conhecimento. Nesse caso, o R.H. pode ajudar a construir o conhecimento dentro da organização. Quanto a área de tecnologia, ela deverá servir de suporte à GC, atuando como coadjuvante, aliando o conhecimento humano com a velocidade. Portanto, as empresas de sucesso já sabem que não dá mais para se manterem competitivas sem ações efetivas que criam e integram o conhecimento para todos os níveis da organização. É preciso que os líderes envolvam as pessoas para que ninguém fique guardando o conhecimento na “gaveta”. Conhecimento precisa ser transformado em resultados e para isso, é preciso definir com clareza quais são os objetivos da organização e utilizar a GC com uma poderosa ferramenta que contribuirá para que a empresa seja melhor a cada dia.


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